SOWEN na estrada, com emoção!

Relatos das nossas viagens de motor home, contato com amigos e outros viajantes.

NATAL

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

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Feliz Natal e um 2010 cheio de saúde e boas estradas pra todos nós!

sábado, 26 de dezembro de 2009

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Nosso Natal começou maravilhoso já na noite do dia 21 de dezembro quando, nas escadarias da catedral, assistimos ao concerto da Orquestra do Castelo de Schönbrunn de Viena.

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Este castelo é conhecido como o castelo da Sissi (quem não assistiu a trilogia com a Romy?) e foi, também, a residência da D.Leopoldina, mulher de D. Pedro I.

Sob a regência do latino Andres Garcia deram um show de competência e simpatia. A soprano Tania Oppel interpreta maravilhosamente e toda a orquestra exala simpatia: perfeito!

Nossa ceia reuniu parte da pequena família (faltou o genro) mas estava perfeita ao estreitar nossos laços de amor e cumplicidade.

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Os telefonemas dos e para os amigos e familiares completaram a NOITE FELIZ…

Depois de uma ‘prainha’, no dia 25 visitamos vô Bruno que tem resistido com louvor às provações (saúde) que a vida lhe tem imposto nos últimos anos.

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Agora, que venha 2010!

Que ele nos traga muita saúde, alegrias, realizações e MUITAS ESTRADAS (viagens)- com novos e velhos amigos, sempre!

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Com carinho, para todos que nos acompanham neste blog desejamos que tenham motivos para, diariamente, dar ‘gracias a la vida que nos ha dado tanto’…

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EUROPA, UMA SÍNTESE…

segunda-feira, 23 de março de 2009

Este texto está publicado na Revista MotorHome Ano 2 - nº11 – junho e julho de 2008 (www.revistamotorhome.com.br)

Como diz Leonardo Boff, “ponto de vista é apenas a visão de um ponto” e é assim que entendemos todos os relatos. Cada viagem tem confirmado que só saberemos se a coisa é como pintam se a conhecermos e, mesmo assim, o que um viajante não gostou o outro pode amar, como tem sido a questão das estradas pra nós dois: adoramos passar na serra do Rio do Rastro com nosso MH (grande) e, assim, ao contrário do que lemos em alguns relatos não achamos nada perigoso, ao contrário prazeroso, a estrada da Costa Amalfitana, os acessos para Andorra e as íngremes estradas dos Alpes, Pirineus, como por exemplo, o acesso ao Vale d’Aosta e o magnífico túnel do Mont Blanc.

Rola o ano de 2007 e dois casais amigos (Francisco/Lourdes Gonçalves de São Leopoldo/RS e Renato Wenzel/Graça Soares de Floripa/SC) viajam pela primeira vez à Europa. Velhos (leia-se experientes) campistas alugam dois motor-homes pequenos em Frankfurt (Alemanha) e se lançam nesta aventura sem dominarem nenhum idioma além do português (é claro que, como bons brasileiros, hablan o portuñol, pensam que entem inglês, francês e alemão)…

DSC00490 Nossas casas europeias

 

Alugamos os MH ainda no Brasil com o Sr. Schumann (Trailcar) depois de pesquisarmos sites e preços na internet e de trocarmos figurinhas com os atenciosos Luciano e Oliveira (Grupo RODAMUNDO) que no ano anterior se utilizaram do mesmo expediente. Como o período locado (60 dias entre agosto e outubro) englobou média e baixa temporada, a diária variou. Assim, para este período a locação nos saiu por € 5.000 na MIETVERTRAG WOHNMOBIL onde fomos atendidos pelo José Santos, um português radicado na Alemanha há muitos anos, que foi a nossa salvação!

Neste período percorremos, de MH, 15.503 kilômetros e visitamos 14 países: Áustria (A), Andorra (AND), Bélgica (B), Suíça (CH), República Tcheca (CZ), Alemanha (D), Espanha (E), França (F), Liechtenstein (FL), Itália (I), Luxemburgo (L), Mônaco (MC), Holanda (NL) e Portugal (P).

Apresentação Roteiro Viagem europa 1

 

Destes, para não repetir outros relatos já publicados, destacamos:

♦ A grandiosidade da Feira de Düsseldorf (www.caravan-salon.de);

♦ A quantidade de túneis bem como a de acessos às principais cidades;

♦ A qualidade das estradas, principalmente na Alemanha onde não se paga pedágios e cujo asfalto existe na menor rua de qualquer propriedade - mesmo rural.

♦ As ciclovias acompanhando as estradas e a quantidade de ciclistas de todas as idades;

♦ A beleza dos Alpes e dos Pirineus em qualquer país;

♦ Andorra, uma grata surpresa não só pelo seu comércio, mas pelos seus acessos (tanto o espanhol quanto o francês) lindos e que lembram los caracoles chileno;

♦ A desbundante estrada da Costa Amalfitana de Sorrento a Salerno na Itália, uma espécie de Rio do Rastro com vista para o mar…

♦ Luxemburgo e suas imperdíveis casemates;

♦ A decepção com a fonte da juventude em Paimpont (Bretanha/F);

♦ A singularidade do Monte Saint Michel (www.ot-montsaintmichel.com) e a imponência de sua abadia (França);

♦ A beleza do litoral basco (francês e espanhol), da Galícia/E e da Provance/F;

♦A bela surpresa em Arles/F (www.arlestourisme.com): seu centro histórico lembra a Roma antiga e à beira do Reno, um improvisado, mas gostoso estacionamento de MH;

♦A exuberância do Vale do Mosel (www.rahmel-verlag.de), com seus vinhos brancos, tão encantadores quanto o do Reno na Alemanha;

Quanto à experiência de MH, propriamente dita, norteou-se a partir de anotações/recortes/pesquisas feitas por todos os integrantes da viagem com destaque para o relato da Eurotrip (www.ecoviagem.com.br/eurotrip) que nos pareceu o mais próximo do que pretendíamos fazer. Este registrou, diariamente, a experiência de três jovens corajosas jornalistas de Foz do Iguaçu (Patrícia Taufer, Fabíula Wurmeister e Cláudia Almeida) que alugaram um MH um pouco maior do que os nossos e, durante um ano, percorreram quase toda a Europa. Embora com patrocínios a expedição delas, tanto quanto a nossa, foi guiada pela economia.

Como optamos por tentar ver um pouco de tudo nesta que consideramos a primeira de outras viagens ao velho continente, também utilizamos muito o guia O Melhor da Europa (Coleção Viagem de Bolso) além de outros pequenos relatos que nos chegaram às mãos.

Pensando que teríamos fácil acesso à internet wireless (não concretizado) levamos o laptop para acessar, sempre que preciso, aos sites indicativos de estacionamento, principalmente para pernoites. Isso porque em camping só pretendíamos ir nas cidades grandes ou quando precisássemos dar uma geral no MH, lavar roupas, descansar…

Isso dificultou o acesso ao site www.eurocampingcar.com um dos mais completos que conhecemos, inclusive com opção de idioma.

Abaixo um exemplo do que tem no site: a placa indica que neste estacionamento (gratuito) tem água, três opções de descarga dos detritos e que não se tem acesso a eletricidade.

Placa

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Assim como proibem…

 

Reservam um lugar para nós…

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Em geral, as leituras prévias destacavam a proibição para estacionamento de MH praticamente em toda a Europa e muitos relatos eram de quem só ficou em camping… Hoje dá pra entender a proibição, quase que generalizada, de estacionamento pra RV: é que a quantidade deles é imensa e, se der bobeira, tomam conta mesmo dos estacionamentos. Só que existem, além dos inúmeros campings, áreas de estacionamento próprias para eles. Algumas até gratuitas.

2009(Qto a isso vale a pena acompanhar alguns blogs de ‘caravanistas’ portugueses pois a discussão é interessante e pedagógica).

Acesse: http://tribuna-autocaravanista.blogspot.com/ 

http://autocaravanasmododevida.blogspot.com/ 

http://catrinetasaojuliao.blogspot.com/http://www.cab-circulo.blogspot.com/ 

http://senhorcaracois.blogspot.com/ 

http://viajarsemdestino.blogspot.com/ 

http://sites.google.com/site/adventurportugal/

O funcionamento das mesmas também nos causou admiração porque, entre outras coisas, na maioria não tem ninguém controlando. Chega-se, colocam-se moedas para o tipo de necessidade (água, luz) e tempo de permanência – quase sempre com limite máximo de 48 horas. Só uma vez vimos um fiscal conferindo os tickets…

Na estrada romântica (D), bem na entrada de Rothenburg (Com € 10, fica-se 24 h; com uma moeda de € 1 se enche o tanque d’água e € 0,50 a hora de luz).

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Outro modelo, este no país de Merlin, próximo à fonte da juventude…

 

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Vale destacar a imensa quantidade de revendas de trailer e MH em quase todos os países. Em alguns, tem-se verdadeiros ‘bairros’ só destas lojas onde também se encontram todos os tipos de acessórios e equipamentos (com destaque para as placas de aquecimento solar). Muito transporte de trailer e motor home em todas as direções, cada equipamento, quase sempre só com um casal, digamos assim, mais experiente e/ou aposentados… Talvez por isso, em quase todos os países, encontram-se áreas de descanso com completa infra-estrutura para todos os tipos de viajantes.

Junto com o kit locação (guias de camping e de parking em alemão) vêm dois coletes fluorescentes (rosa e/ou verde). Não sabemos se o uso é obrigatório em todos os países, mas, sempre que precisavam olhar ou mexer no MH, motorista e caroneiro os utilizava. Esta nos pareceu uma boa idéia a ser adotada, pois o uso destes coletes chama a atenção, contribuindo entre outras coisas, para evitar acidentes.

Para nós, em síntese, esta viagem significou mais uma importante experiência de vida e de convivência: com amigos durante tanto tempo na estrada (uma vez que costumamos viajar sozinhos) e conosco mesmo num ambiente bem menor do que estamos acostumados (com bem menos coisas/tralhas no MH).

Ao velho ditado de que “quem tem boca vai a Roma” acrescentaríamos: com uma certa dose de coragem e cara de pau e um bom GPS”, mais longe ainda!

Sem dúvida, este tipo de viagem, por suas peculiaridades, permite/enseja uma vivência mais próxima do cotidiano das pessoas e dos lugares visitados.

O que ficou de tudo isso? Um gostinho de quero mais!

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Túneis, passeios para pedestres e ciclovias ao lado das rodovias

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Estrada da Costa Amalfitana: sinuosa, estreita e linda como a nossa Rio do Rastro

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O Itinerário Wenzel e as casamates em Luxemburgo

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Estacionamento e acesso espanhol (Andorra)

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Monte Saint Michel/FR: na maré alta, vira uma ilha

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Alguns endereços

♦ Locadora HUTTER RENT: WWW.reise-mobil.info e-mail: vermietung@reise-mobil.info

Endereço: Robert Bosch Strasse, 2-4, Maintal – Dörninheim – Frankfurt. Tel. 0049618142200

♦Amsterdam: Estacionamento Security Parking Amsterdam (Centrum Voor, € 1, - per uur). Endereço: Stavangerweg 4 – 1013 AT Amsterdam, Tel: 020-618 04 57 Mob: 06 208 01 550. www.parkinginamsterdam.nl. Fica na Ring A10 onde é fácil pegar os Bus 48 e Bus 22 que leva ao centro da cidade; fecha a meia noite e no domingo, ao meio dia.

♦Barcelona: Camping 3 Estrellas (C-31, km. 186,2, 08850 Gava – Barcelona- Espanha www.camping3estrellas.com) em direção ao aeroporto na autovia de Castelldefels.

♦Berlim: Na Straβe des 17. Juni, a avenida em frente ao Portão (Tor) de Brandemburgo, é seguro e tem banheiro e chuveiro públicos (€ 2).

♦Bruxelas: Camping Paul Rosmant Section Wezembeek; vindo de Liege pela E 40, antes do viaduto, entrar, pois fica em: 1970. Wezembeek-Oppem. Telefone 02/782.1009.

♦Lisboa: Camping Municipal Monsanto uma extensa área verde com completa estrutura e fácil acesso a ônibus e taxi. No Bairro de Belém, perto da famosa torre, tem um amplo estacionamento, sempre repleto de MH (se é seguro não sabemos mas foi lá que vimos correntes fechando as portas de um MH).

♦Munique: Camping München Thalkirchen/ Isar Zentralländstr 49, 81379 – München-Talkirchen, (089) 723 1707/(089) 724 3177 (Fica à beira rio e é o mais próximo da ocktoberfest).

♦ Paris: Camping de Bois de Boulogne (2, Allé Du bord de l’eau, 75016, www.campingparis.fr , e-mail: paris@campingparis.fr ). São sete hectares de área verde a beira do Sena, a 14 minutos dos Campos Elíseos com Chalés totalmente equipados e 435 áreas para barracas e MH. Além de ser o mais perto da cidade, tem ônibus próprio que leva até o Metrô Maillot (linha 1).

♦ Roma: LPG uma Area di Sosta Atrezzata per Autocaravan e Roullotte, fica na Via Casilinia, 700 – 00177. Fone: +39 6 2427518 Fax: + 39 6 2428577. Para chegar lá, pega-se a uschita 18 no grande raccordo anulare. (Diária de €15, fácil acesso a ônibus e trem para o centro de Roma).

♦Santiago de Compostela: Camping as Cancelas (Rúa do 25 de Xullo, 35 (00-34) 981 58 02 66);

♦Veneza: Camping Miramare (www.camping-miramare.it) em Punta Sabioni: excelente porque é limpo, bonito e completo (diária € 24 ou € 23 pra quem tem mais de 60 anos, paga-se a luz em separado) é o mais próximo, vai-se a pé, até os barcos que fazem a travessia para Veneza e as ilhas próximas. Também tem um estacionamento ao lado (€ 20) só com água.

Sobre Brasil e o Mercosul veja: http://gracita-sowen.blogspot.com

Chegando em casa…

sábado, 24 de janeiro de 2009

29 de outubro acordamos cedo, pois o vôo sairia as 08h45min horas. Nosso vôo no Brasil foi remarcado para as 22 hs. Vôo demorado para o Brasil e serviço de bordo ruim…

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Em Sampa nos despedimos de Chico e Lourdes e, com um chopp e pizza matamos a saudade da Hedinha.

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Já estávamos no avião da Gol quando o vôo atrasou para ‘fechar conexão’. Airton e Dênia nos esperavam. Chegando em casa, degustando um bom vinho, atualizamos as fofocas, digamos assim. Deitamos as três da manhã felizes porque tudo deu certo, porque estávamos em casa, porque, mais uma vez a vida nos deu muito, do bom e do melhor! GRACIAS

30 de outubro em casa… FLORIPA…BRASIL  el mejor siempre!!!!!!!!!!!

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Madrid (ES)

A tranqüilidade da Alemanha foi substituída pelo agito e por certa grosseria, digamos assim, no aeroporto de Barajas: nenhum táxi queria nos levar (os quatro juntos mais nossas bagagens). A fiscal da fila mais grossa, impossível! Finalmente um nos aceitou…

Ao chegarmos ao Hotel Plaza Mayor (info@h-plazamayor.com, Calle de Atocha, nº 2) a impressão ruim do aeroporto já se desfez: o prédio histórico (de 1875, inaugurado em 1997e totalmente reformado em 2007) era aconchegante e, praticamente, na frente da Plaza Mayor.

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Para nosso gosto super bem localizado, pois podemos fazer a maioria dos passeios que nos interessam a pé. Na frente também tem dois Hostals, um deles anotei o nome: Hostal La Perla Anturiana.

 

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Distâncias até

Plaza Mayor – 1 minuto

Puerta do Sol – 2 minutos

Palacio Real – 5 minutos

Museo Del Prado – 12 minutos

 

Depois de um banho e pequeno descanso fomos para rua Baja atrás de cidra e tapas (que até agora ainda não experimentei!).

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Aqui experimentamos, literalmente, o que é ser turista (até então éramos viajantes): o tratamento é outro! No hotel, nas atrações é tudo diferente, com simpatia e atenção o que nos confirma que nesta forma de viajar não se conhece o lugar e seu povo…

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27 de outubro cada casal fez seu roteiro/programa. Levantamo-nos às 9 horas depois de um bom café, (frio, mas um lindo sol) voltamos à Plaza Mayor- ainda vazia- conhecemos a Puerta do Sol, Palácio Real (por fora) os jardins e arredores. Re almoçou paella e eu calamares: nada extraordinário…

Voltamos ao hotel, descansamos, usamos o lap-top com internet wi-fi no restaurante quando podemos falar com os filhos e com Airton e Dênia: muito bom! Mais uma sessão bate perna para aproveitar a cidade…

Jantamos melhor e mais barato no Museo del Jamón onde achei a minha comida: jamón com melon acompanhado de um bom vinho… Depois Plaza Mayor e seus shows…

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Dia 28, acordamos as 8 horas para aproveitar o último dia na cidade que nos encantou.Após Re salvar as fotos num CD para Chico e Lourdes arrumamos as bagagens, fechamos a conta, deixamos as malas no depósito e fomos (a pé) para o Museo Reina Sofia (Guernica, etc.) e Museo do Prado. Almoçamos no Museo do Jamón na Plaza Mayor. Renato tirou uma soneca no chão, num canto do restaurante do hotel enquanto, eu, ao lado, na internet.

Voltamos para Plaza Mayor e arredores, mais vinho, cidra, muito papo e carinho: perfeito!

As 21horas pegamos um táxi para o aeroporto. Vôo previsto para 01h30min. No check-in fomos informados da transferência (alegaram a mudança de estação, de horário): total desorganização e má vontade dos funcionários (ainda reclamam do Brasil…). Ligamos pra Heda providenciar outro vôo São Paulo/Floripa, pois era certo que perderíamos a conexão. Depois de muito caos e desorganização, finalmente (uma hora da manhã) nos encaminharam para um hotel (ainda esperamos um bocado no ônibus) onde uma janta enjambrada nos esperava (hotel Tryp Atocha).

TRIER (D)

Antes da 08h30min seguimos em busca da Porta Nigra a primeira igreja católica do mundo. Não foi fácil! Estacionamos num P pago e apertado. A Nigra é uma construção romana muito interessante que serve de palco para encenações - parte de um pacote turístico muito bonito. Por conta disso ficamos ‘presos’ por sete minutos num dos andares.

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Queríamos ir em direção à Morgach, porém ao errarmos o caminho pegamos a E 42/50 e a E53 costeando o rio Mosel que é tão lindo quanto a costa do Reno. Almoçamos em Zell (linda!) e compramos um mapa de todo o vale do Mosel - que é uma rota de produção de vinho branco - porque queremos fazê-lo um dia, com certeza!

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De Zell devíamos para o Reno pela 421 até Kappel, à esquerda pegamos a 327, passamos em Kastellaun (Hunsrück Höbrenstraβe) até Dorth em direção a St. Goar à beira do Reno onde havíamos passado no início da viagem.

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O rio está mais baixo, os campings com menos (mas ainda muitos) MH, mesmo com tanto frio. Com a ajuda de um Italiano atravessamos o rio de Ferry e pernoitamos às suas margens, ao lado de um camping.

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23.726, andamos 200 km.

Levantamos com calma e fomos costeando o Reno e conhecendo pequenas cidades perto de Frankfurt onde devolveremos os motor-homes. Chegamos cedo, estacionamos a uma quadra da locadora, numa rua sem fim. Noite dedicada a ‘operação malas’, ver o que ficaria para não dar excesso de peso, etc.

26 de outubro. Não dormimos quase nada, preocupados em que tudo desse certo na devolução do MH… Mais operação malas!

Tudo certo, nenhum problema, deixamos algumas coisas de uso diário para os funcionários da locadora e, de táxi, fomos para o aeroporto (nosso vôo para Madrid sairia às 15h10min.

Luxemburgo (Casemates, Circuit WENZEL)

As 08h30min seguimos para o Grão Ducado de Luxemburgo que é um dos menores Estados soberanos da Europa. Estacionamos num P (pago por hora). Enquanto fui às Informações turísticas, Re fez o almoço. Em todos os lugares, muitas referências aos soberanos, principalmente em postais. Um terço dos habitantes é estrangeiro e a maioria é portuguesa daí que além do francês, do luxemburguês (que parece uma mistura de francês com alemão) e do alemão o portugês também é corriqueiro por lá.

 

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No centro da cidade pegamos um bustur (€10 para dois dias por pessoa) quando podemos ver o quanto de história ela abriga bem como seu lado moderno. O núcleo histórico da cidade velha foi tombado pela UNESCO em 1994.

 

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Nele visitamos as casemates e o circuito Wenzel, passeios únicos nesta viagem. As cavernas que fazem parte do cultural e histórico circuito Wenzel, abrigaram exércitos nas diversas invasões que o lugar sofreu dado a sua situação geográfica estratégica.

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O circuito Wenzel (cujo nome é um tributo a Wenceslau II (Wenzel II), duque de Luxemburgo entre 1383 e 1419) apregoa que se fará um passeio de 1000 anos em 100 minutos. Esta foi uma surpresa que guardei para o Rê embora também não imaginasse sua grandiosidade e seu relevante significado histórico.

Seguimos para Trier na Alemanha um pouco pela E44 que não é pedagiada, depois pela N1. Dormimos num estacionamento para MH, perto do rio, grátis.

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Paris, ainda… Louvre…

Jana passou frio: também, era apenas um ‘cobre cama’ nos cobrindo… Depois do café seguimos para o palácio de Versailles. Com o ônibus do camping fomos até a estação Port Maillot onde pegamos um metrô, mas quando fomos pegar o trem o bicho pegou: além de nos perdermos ele não vinha (greve). Esperamos umas duas horas junto a uma portuguesa (morando em Paris) que nos indicava o que fazer.

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Chegamos ao grande palácio com muito frio, fome e cansaço. Paga-se para ver o interior do palácio €10 por pessoa mas o jardim é grátis. Lá dentro é mal assinalado e, a ala dos enfantes não nos empolgou, contudo a dos reis fez valer cada tostão e sacrifício pra chegar lá!

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Os luxuosos aposentos de Napoleão, principalmente a imensa mesa com 42 duas cadeiras, a Sala dos Espelhos (onde foi assinado o tratado que acabou com a Primeira Guerra Mundial) e o imenso jardim nos impressionaram muito.

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Voltamos de trem, metrô e ônibus para o camping. Jantamos ‘bacalhau a Gomes de Sá’ e depois encaramos a noite mais fria da viagem.

No frio domingo (21 de outubro) levantamos às 5 horas, pois, infelizmente, Jana e Vitor voltavam para Dublin (não foi fácil acharmos um rádio táxi…). Temperatura às 10 horas: 3 graus imagina na madrugada!

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Beauvais, esperando Vitor e Jana, a caminho de Paris (FR)

No dia 18 quando acordamos ainda estava escuro. Às 8 h seguimos pela N176 até Comfront, de lá pela D908, até Argenton pela N26, Vernue-sur-Aure depois N12 passando de Dreux (daí em diante se não tivéssemos comprado o mapa com os arredores de Paris, não encontraríamos o caminho até Beauvais (onde esperaremos por Vitor e Jana).

Com este mapa seguimos pelas D983, N183, D153 e D981 e ás 14h30min estávamos na cidade onde fizemos supermercado. Como o camping municipal estava fechado (vacances) seguimos para o aeroporto (Beauvais Tille) onde estacionamos (pernoitamos) junto aos ônibus de turismo.

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Acordamos cedo (muuito frio) e fomos ao hall do aeroporto esperar Vitor e Jana que atrasaram só uns 15’. Depois de um bom café seguimos para Paris. Vitor dirigiu até a entrada e eu filmei e fotografei estes momentos tão bons.

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Vitor dirigiu o MH até bem pertinho do Sena e, ao som de Piaf, mais um sonho preste a se concretizar!

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Foi tranqüilo chegar até o Camping Bois de Boulogne (2, Allé Du bord de l’eau, 75016, www.campingparis.fr , e-mail: paris@campingparis.fr ) onde almoçamos carne de panela, arroz e salada de beterraba (uma delícia!). São sete hectares de área verde à beira do Sena, a 14 minutos dos Campos Elíseos com Chalés totalmente equipados e 435 áreas para barracas e MH. Além de ser o mais perto da cidade, tem ônibus próprio que leva até o Metrô Maillot (linha 1).

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Mas nem tudo foi tão fácil porque ônibus e metrô estavam em greve nos restando caminhar até a torre Eiffel (+ ou – uns seis quilômetros) onde chegamos ‘acabados’ e com muito frio: mas a visão que tivemos superou todo o desconforto!

Em todas as direções os olhos se enchem de beleza, história e emoção! O arco do Triunfo, a Champs Elysées, Torre Eiffel: talvez por tanto sonhar e ler sobre parecia que já tivéssemos ido lá….

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Enquanto Chico e Lourdes passearam no Sena, nós quatro fomos até o último andar da torre (€11,50 por pessoa): indescritível e emocionante (chorei)! Como definiu Suso: PARIS É PARIS!!!

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Paris numa 6ª feira com greve de transporte público é uma loucura! Fila nos pontos de táxis, mais caminhadas até que conseguimos dois (€14 e €15). Jantamos queijos e vinhos. Como estava muito frio dormimos os quatro na camona sobre a cabine, onde metade da perna do Vitor ficou pra fora, e ligamos o aquecedor.

Hoje minha irmã Elenita (Pola) completa 50 anos: parabéns pra ela!

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Paris… Louvre

Mais tarde, pegamos o ônibus do camping até o seu ponto final e, depois, um metrô até o Louvre que é realmente deslumbrante! É claro que numa única visita não se vê tudo porém penso que vimos o que mais nos interessava, entre e….. EROS (detalhar).

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Do Louvre pegamos um CAR ROUGE (€22 por pessoa para deux jours/dois dias) e mesmo com muito frio e vento gelado ficamos no piso superior. Descemos em Notre Dame, compramos uns regalitos por ali, sentamos num típico bistrô onde tomamos café, chocolate e vinho quentes.

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Depois retornamos ao bus para o tour noturno que não ocorreu porque todos os carros pararam no trocadeiro = torre Eiffel. Impossível esquecer da ponte Alexandre III e seus dourados tão linda e imponente tanto de dia quanto à noite…

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Descemos no Musée D’One, caminhamos até o Louvre, enfim, Chegamos facilmente ao camping onde falamos com os filhos pela internet. Muito frio. Cansados, dormimos.

Paris é pra se voltar… tanto pra ver ainda: Montmartre o bairro dos artistas, o Pére Lachaise onde estão enterrados Piaf, Abelardo e Heloísa, Proust, Kardec entre tantos famosos, etc.

Segunda, 22 de outubro levantamos mais tarde e dá-lhe faxina, lavação de roupas, etc. Este camping é completo: tem internet wi-fi, lavadora e secadora de roupas, mercado, cabanas para alugar. Atendimento super profissional e atencioso: mais uma surpresa de Paris! Depois de um almoço sanduba de baquete rumamos para a rota du Champagne.

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Saímos fácil pela N3 em direção a Meaux e, de lá para Epemay, Reims onde a sinalização precária nos fez fazer voltas para seguir em direção a Luxemburgo. Dormimos em Junville uma pequena ville sem movimento algum que nos proporcionou uma noite tranqüila apesar do frio.

23.319, andamos 242 km.

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